Pfizer antecipa 600 mil doses para crianças, informa Queiroga

Pfizer antecipa 600 mil doses para crianças, informa Queiroga | Foto: Reprodução

O ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, anunciou nesta segunda-feira (10), a antecipação de 600 mil doses do imunizante pediátrico produzido pela Pfizer para que sejam incluídos na campanha de vacinação das crianças de 5 a 11 anos, prevista para ter início entre os dias 14 e 15 de janeiro, logo após a chegada do primeiro lote de vacinas no dia 13 deste mês.

Com a chegada de doses extras, o ministério estima que devem ser entregues 4,3 milhões de vacinas em janeiro. A previsão inicial era de 3,7 milhões. 

“Nós conseguimos antecipar com a Pfizer mais 600 mil doses da vacina pediátrica agora para o mês de janeiro. Então, serão 4,3 milhões de doses de vacinas”, disse o ministro.

“Quero tranquilizar todos os brasileiros: estamos conduzindo a questão da vacinação de uma forma muito apropriada”, disse Queiroga.

Queiroga rebateu críticas sobre a demora no início da vacinação infantil. 

“Outro ponto que ainda insistem em dizer é que o Ministério da Saúde atrasou vacinas infantis. Vocês verifiquem o prazo que a agência regulatória levou para fazer a aprovação, verifiquem o prazo que o Ministério da Saúde levou para emitir uma nota técnica com uma decisão final sobre o tema verifiquem o que aconteceu em outros países para tirar conclusão que o que o Ministério da Saúde fez foi absolutamente dentro das melhores práticas de análises de incorporação de tecnologias, no no caso, aqui no programa nacional de operacionalização da vacina contra a Covid-19. Outro ponto: a indústria farmacêutica só pode deflagrar a produção de doses após o aval da agência regulatória”, completou.

Consulta Pública

A inclusão de crianças no Plano Nacional de Operacionalização da Vacinação contra a Covid-19 (PNO) só foi anunciada na semana passada pela pasta, após uma consulta pública para avaliar a receptividade da população à sugestão do Ministério de exigência de prescrição médica para vacinar os pequenos. A maioria dos participantes rejeitou a proposta de solicitação médica para vacinar seus filhos e tutelados.